Depois dos muitos lances polêmicos dos últimos jogos do brasileirão 2015, volta com força total a ideia do uso da tecnologia no futebol.
Já foi tentado árbitro atrás dos gols, sistema de comunicação entre os árbitros e diversos processos de formação.
Porém a qualidade continua ruim e os dirigentes não ajudam. Um dos legados da copa que poderiam ser usados é o chip na bola, pois essa tecnologia ficou aqui. O secretário-geral da FIFA Jeromé Valcke chegou a dizer:
Não tem como o olho humano enxergar se a bola está dentro ou fora do gol na velocidade em que ela vem. A única forma de dar essa informação se foi gol ou não é pela tecnologia. Essa tecnologia será instalada nos estádios, mas o custo depende de um acordo e uma discussão privada entre o presidente Marín(presidia a CBF na época) e a empresa que fornece o sistema. A bola está com eles.
Outro fato que neste caso não depende dos gestores do futebol brasileiro seria dividir poderes e não ficar exclusivamente na mão de uma única pessoa( árbitro). A ideia de dividir a decisão entre os demais árbitros pode ser uma ideia sensata.
Em caso de dúvidas maiores, conversariam entre si e buscariam a melhor decisão e ainda poderiam colocar divisão de tarefas e cada árbitro ficaria responsável por uma parte( incluindo o quarto árbitro, que parece servir apenas em substituições e acréscimos de jogo).